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ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO - AET
- Anexo I - Trabalho dos Operadores de Checkout
- Anexo II - Trabalho em Teleatendimento/Telemarketing
A Análise Ergonômica é uma exigência do Ministério do Trabalho, através da NR 17 - Ergonomia (portaria 3751 de 23 de Novembro de 1990), além de atender às exigências das certificações de Saúde e Segurança, como a OHSAS 18001, e demandas trabalhistas.
A AET, estuda uma situação de trabalho visando adaptá-la ao homem a
partir da análise das condições técnicas, ambientais e
organizacionais, buscando revelar as diferenças entre o trabalho
formal prescrito e o trabalho real.
Condições técnicas: estruturas gerais do sistema de produção, fluxo de
produção, sistemas de controles etc.
Condições ambientais:estuda-se o layout, mobiliário, ruído, iluminação,
temperatura, etc.
Condições organizacionais: horas de trabalho, turnos, índice de
retrabalho, dificuldades operacionais etc.
Condições cognitivas: são as exigências na realização do trabalho,
controle qual. Inspeção, etc;
Condições de regulação no trabalho: pausas, flexibilidade paradas,
ginástica, etc.
A Análise Ergonômica, através das etapas da Intervenção Ergonomizadora, terá por objetivo os seguintes aspectos abaixo relacionados:
- Aumento da produtividade e da melhoria da qualidade de vida e dos serviços;
- Cumprimento da Norma Regulamentadora – NR 17;
- Redução dos custos humanos do trabalho para o operador: fadigas, doenças profissionais (LER/DORT), dentre outras;
- Observação das características das tarefas realizadas nos postos de trabalhos (fluxos, circulações, layout), em confronto com dados antropométricos e biomecânicos;
- Análise da organização do trabalho;
- Análise das posturas assumidas às ações dos operadores, tais como deslocamentos, movimentação de materiais, dentre outras;
- Estabelecimento de um diagnóstico ergonômico, com sugestões de melhoria.
